sexta-feira, 20 de outubro de 2017

A reportagem do Boteco Anexo, para a Revista Donna!

http://revistadonna.clicrbs.com.br/lifestyle/para-quem-tem-mais-de-50-seis-dicas-de-onde-fazer-amigos-passear-e-mexer-o-corpo-em-porto-alegre/

Nosso querido Boteco Anexo agora em reportagem para a Revista Donna. Não deixem de conferir! 


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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

DIA DA PSIQUIATRIA 4: TRANSTORNO DO ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro ocorre devido à pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando ele se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.

As causas do transtorno do estresse pós-traumático podem ser situações como atos violentos, situações traumáticas que representaram ameaça à vida da pessoa ou à de terceiros. Quando se fala de ameaça à vida, há várias dimensões da vida que podem ser ameaçadas: dimensão física, dimensão psíquica (ameaças como assédio, humilhações e outras violências psíquicas), dimensão social (micro e macro social) e ainda a dimensão espiritual. Em todas estas dimensões podem haver situações de extrema violência ou ameaça e de certa forma produzirem um quadro de estresse pós-traumático.
Os sintomas do transtorno do estresse pós-traumático se dividem em categorias principais:
  • Reexperiência traumática: pesadelos e lembranças espontâneas, involuntárias e recorrentes (flashbacks) do evento traumático revivescência
  • Fuga e esquiva: afastar-se de qualquer estímulo que possa desencadear o ciclo das lembranças traumáticas, como situações, contatos ou atividades que possam se ligar às lembranças traumáticas
  • Distanciamento emocional: diminuição do interesse afetivo por atividades, pessoas, que anteriormente eram prazerosas, diminuição de afetividade
  • Hiperexcitabilidade psíquica: reações de fuga exagerados, episódios de pânico (coração acelerado, transpiração, calor, medo de morrer...), distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância (estado de alerta)
  • Sentimentos negativos: sentimentos de impotência e incapacidade em se proteger do perigo, perda de esperança em relação ao futuro, sensação de vazio.
Fonte: 
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/transtorno-do-estresse-pos-traumatico

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O poder das ideias

Pense como uma idéia pode ser poderosa. Toda grande invenção, todo trabalho magnífico de arte, toda conquista brilhante começou com uma idéia.
Não há limites para onde uma idéia possa leva-lo. Mesmo assim, uma idéia sozinha não é suficiente. Idéias são inúteis se alguém nãoexecutá-las. Por si só, uma idéia não é capaz de fazer nada, não é capaz de levá-lo ao sucesso. Ela só passa a ter valor quando ações correspondentes são realizadas.
Você provavelmente já teve centenas ou milhares de boas idéias, e as únicas que serviram para algo foram as que tiveram ação conectada ou causada pôr elas. Idéias criam valor quando investimos nelas nossas ações. De fato, quanto mais você age sobre suas idéias, melhor essas idéias acabam ficando. Por que? Se você nunca age sobre suas idéias, não tem que se preocupar, se elas não são realizadas ou não. Saber que você vai ter que agir baseado nessa idéia vai fazê-lo ter mais foco, ser mais realista e obter maior sucesso.  A ação impõe uma disciplina saudável no seu pensamento, e traz melhores idéias a tona. Uma idéia é um mapa para o sucesso e não o sucesso em si.
Uma idéia é um ótimo começo, mas só se você agir. Respeite e valorize suas boas idéias, agindo para transformá-las em realidade.

Autor desconhecido. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DIA DA PSIQUIATRIA 3: TRANSTORNO DISSOCIATIVO DE IDENTIDADE

O TDI é estudado há décadas pela medicina e pela psicologia, mas ainda gera dúvidas em relação a suas origens e o seu poder sobre a mente humana. É um fenômeno que cria uma aura de mistério, sempre retratado na literatura e no cinema porque desperta o interesse", descreve o psiquiatra Marcos Alexandre Gebara, diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
O transtorno começou a ser estudado no final do século 19 por Sigmund Freud dentro dos processos dissociativos englobados na histeria. "Freud atendia pacientes histéricas e os sintomas mais comuns são os dissociativos, que podem afetar a memória e a paciente ter amnésia, assim como criar uma outra personalidade para lidar com diferentes situações. Naquela época (ele) já observava como a histeria tinha propensão de dividir a consciência", explica o psicanalista Christian Ingo Lenz Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo).
A psiquiatria e a psicanálise reconhecem que as múltiplas personalidades são usadas como um mecanismo de defesa para fugir de uma situação de estresse "insuportável".
Diferentemente de pessoas comuns, que têm o controle de si e consciência de seus atos independentemente de situações adversas, uma pessoa com múltiplas personalidades não tem consciência de suas várias consciências. "Uma personalidade funciona de uma forma em um determinado momento e, quando há uma transposição para outra personalidade, ela não se lembra do que aconteceu", acrescenta Gebara.
O Transtorno Dissociativo de Identidade é diferente da esquizofrenia. "A esquizofrenia incide na experiência presente do sujeito, não tem uma personalidade sobre a outra. Há uma polifonia, uma confusão de vozes e alucinações", compara Dunker. "É como se na esquizofrenia uma pessoa ouve vozes da multidão, enquanto uma pessoa com transtorno de múltiplas personalidades ouve um dueto, uma hora canta um, outra canta outro. Nunca ao mesmo tempo."

Fonte: http://www.huffpostbrasil.com/2017/04/10/sim-e-possivel-ter-23-personalidades-explicamos-o-transtorno-d_a_22027407/

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O LADO POSITIVO E O LADO NEGATIVO DO MEDO

O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas. Claro que o medo também pode ser positivo, em certa medida ajuda a que se equilibrem alguns elementos e se tenham certas coisas em consideração, mas na maior parte dos casos é negativo, é algo que nos faz mal. (...) O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão. Antes de se tentar lutar contra qualquer outra coisa, penso que é importante lutarmos contra ela e conquistarmos a liberdade de não termos medo de nós próprios. 

José Luís Peixoto, in 'Diário de Notícias (2003)' 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

DIA DA PSIQUIATRIA 2: T.P. BORDERLINE

O sinal mais evidente do transtorno de personalidade borderline (TPB) é um longo histórico de instabilidade nas relações pessoais.
Isto é em parte causado por emoções instáveis ​​e impulsivas.
Pessoas com transtorno de personalidade borderline podem idolatrar alguém e, logo em seguida, odiá-la.

Como resultado, elas geralmente têm relações muito intensas com os outros.
Aqui estão outros sete sinais de transtorno de personalidade borderline:
 1. Medo intenso de abandono ou de ficar sozinho, seja real ou imaginário.
2. Tendência a assumir riscos sem pensar nas conseqüências. Especialmente quando os resultados são contra ela mesma, como por exemplo: acidentes de carro, sexo de risco ou abuso de substâncias.
3. Tentativas de auto-mutilação ou pensamentos suicidas. Pessoas com transtorno de personalidade borderline geralmente não estão tentando se matar quando se flagelam. Ao contrário, elas estão expressando sentimentos de raiva com relação a si mesmas ou tentando se sentir ‘normais’.
4. Elas têm um autoconceito instável. Pessoas com transtorno de personalidade borderline muitas vezes se sentem como pessoas diferentes, dependendo com quem estão. Elas costumam se descrever como perdidas e vazias.
5. Pensamentos paranoicos. Elas acreditam em coisas que não são verdadeiras e se sentem perseguidas pelos outros.
6. Sentem uma raiva intensa – sobre assuntos relativamente triviais – e respondem fisicamente.

7. Pessoas com transtorno de personalidade borderline são como uma espécie de montanha-russa emocional. Um intenso sentimento de ansiedade poderia dar lugar a depressão intensa logo em seguida. Estes ataques podem durar algumas horas ou mesmo alguns dias.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A reportagem do Boteco Anexo, para a Revista Donna!

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