sexta-feira, 25 de maio de 2018

Grupo de Apoio e Terapia Individual de acordo com a renda


         Diversos estudos evidenciam os benefícios do Tratamento Psicoterápico para o publico adulto maduro, tal tratamento não precisa partir apenas da necessidade em momentos de crise, pode ser realizado em diversos contextos, até mesmo para o autoconhecimento e melhora da qualidade de vida nesta que é uma fase de intensas mudanças para nós.
         Diante disto, o Espaço Terapêutico Márcia Papaléo está realizando atendimentos em grupo e individual de acordo com a renda, para aqueles que querem buscar por esta experiência mas dispõem de recursos financeiros mais limitados, os grupos e os atendimentos são coordenados por alunos do curso de Psicologia, supervisionados pela psicóloga responsável Márcia Papaléo, basta ligar e marcar sua avaliação!

terça-feira, 8 de maio de 2018


Os serviços do Espaço Terapêutico Márcia Papaléo são, hoje, diversos. Contamos com o Bate-Papo da Maturidade, Acompanhamento Terapêutico, Estimulação Cognitiva, Dia-a-dia, Viagens, Leva & Traz, Moradia e Maturidade Digital.

Para mais informações:
(51)3311-6547
(51) 99617-8709
maturidadedigital@gmail.com
facebook.com/espacoterapeuticomp

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Sentimentos de natal

                     A fachada do Natal é linda: luzes piscando, mensagens de paz, reencontro com a família, e para os mais apegados ao cristianismo, o nascimento de Jesus. É quando restauramos a nossa fé na humanidade, mesmo que apenas por um misero segundo, quando retornamos a vida bruta. É quando declaramos por meio de diversas atitudes, todo o nosso empenho, toda a nossa ternura, para com o restante de nossos semelhantes. Sim, por vezes atuamos questões que ainda não estão maduras o suficiente para serem expressas por via da palavra, diria Sigmund Freud, caso ainda estivesse vivo.                                          Tudo isso é muito encantador. Você já está careca de saber. E neste momento, seu tempo está sendo desperdiçado. Sim. Com sua experiência de vida, você já leu isso mil vezes em mil outros lugares; milhares de textos mais qualificados do que este. Planejo deter-me as minorias. Aqueles que, de alguma forma, foram segregados desta celebração apaixonada.                                                                                                                                            Devido aos meios de comunicação e o bombardeio visual a que somos submetidos pelos instrumentos capitalistas em épocas festivas, acabamos por desconsiderar uma parcela da sociedade que não está incluída neste mar de sentimentos, de maneira desproposital. Muitas vezes, o que sentem os excluídos é análogo ao que sentem os inclusos, entretanto, reativamente. No lugar da esperança, a desesperança; no lugar da alegria, a tristeza; e assim por diante.                                                                                                     É momento de suscitar, de integrar, de criar uma rede de boas energias, capaz de estender através das fronteiras. Neste Natal, preste atenção, se preocupe mais em escutar do que sair distribuindo soluções baseadas em sua própria perspectiva. É muito importante que ninguém se sinta invalidado por não ser compreendido. Jamais tente compensar questões emocionais com presentes. Estas até podem servir a curto prazo, mas não produzirão mudanças sólidas de fato. O único presente aceitável é a empatia. Por que ser empático e o que fazemos de melhor.   

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A depressão não possui rostos!

Do contrário do que se faz imaginar, a depressão não possui necessariamente um rosto, um semblante ou um tipo de comportamento prévio que deixe claro o que está acontecendo internamente com alguém.

Como setembro é o mês da prevenção ao suicídio, a hashtag #FaceOfDepression (“Rosto da Depressão”) foi criada para justamente alertar que nem sempre a pessoa que está sofrendo parece estar assim. É um alerta para todos nós, lembrando que cada pessoa merece atenção e cuidado e que, muitas vezes, quem está deprimido esconde esses sinais dos outros.

A hashtag trouxe à internet uma porção de fotos que falam por si, revelando histórias duras, muitas com finais trágicos, mas que justamente iluminam o fato de que o sofrimento pode sempre estar velado na pessoas, especialmente naquelas que sabemos que possuem condições prévias e traços de doenças como a depressão.

É preciso sempre estar atento e cuidar daqueles que sofrem, pois a aparência não necessariamente diz aquilo que o coração sofre.


Confira abaixo, diretamente da fonte da matéria, as fotos: 

http://www.hypeness.com.br/2017/09/campanha-reune-fotos-que-mostram-como-a-depressao-nao-possui-rosto/


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Benefícios da exposição ao sol para terceira idade!

São inúmeros os benefícios  da exposição aos raios solares  para o ser humano, principalmente quando  ela é feita de forma adequada. O sol é responsável pela síntese da vitamina D na pele, que ajuda a prevenir a osteoporose,  e pelo ritmo circadiano (do dia e da noite), extremamente importantes ao organismo, além de proporcionar sensação de bem-estar e ter ação antidepressiva. Por isso, o sol é muito bem-vindo para quem passou dos 60 anos.  Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), uma dose diária de sol, nas primeiras horas da manhã, ajuda a fortalecer os ossos,  a  relaxar os músculos contraídos pelo frio e dá  maior estímulo e energia. Mas eles alertam que o banho de sol para idosos requer alguns cuidados, pois o risco de desidratação e queimaduras solares é maior.  “A pele deles é muito mais sensível, mas é muito importante que os idosos tomem sol diariamente. Apenas dez minutos são suficientes”, afirma Márcio Rutowitsch, presidente da SBD, que dá dicas  para os idosos aproveitarem  o sol de maneira saudável:- Aplicar filtro solar diariamente, em todas as áreas descobertas, incluindo orelhas e pescoço. - Usar protetor solar com, no mínimo, fator 15, toda vez que se expor ao sol.- Evitar exposição ao sol no horário entre 10h e 16h.- Todos os filtros solares devem ser aplicados 30 minutos antes da exposição (camada espessa) e reaplicados a cada duas horas, depois de mergulhos na água ou de transpiração excessiva. - Usar boné ou chapéu, camiseta e óculos escuros.- Dar preferência às roupas que protejam do sol e permitam a transpiração, evitando sempre os tecidos sintéticos.- Levar uma garrafinha d’água quando caminhar ou  praticar exercícios.- Evitar comidas muito condimentadas e gordurosas, que possam causar diarréia e desidratação. Ao tomar estes cuidados, o câncer de pele também pode ser evitado. E para alertar a população quanto à prevenção e realizar exames e cirurgias, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza no dia 22 de novembro, das 9 às 15 horas, a quinta etapa da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele. Serão oferecidos gratuitamente exames  completos  da pele e orientações sobre os principais cuidados com a exposição solar, prevenção e detecção precoce da doença. Além disso, casos de diagnóstico positivo serão encaminhados para tratamento ou cirurgia. Serão 153 postos espalhados por todo o país - incluindo algumas cidades no interior dos Estados.

http://www.douradosnews.com.br/noticias/um-pouco-de-exposicao-ao-sol-na-terceira-idade-e-saudavel-a9e00ff82006/173344/



terça-feira, 28 de novembro de 2017

Adolescência: normal ou patológica?

Adolescência é uma fase crítica na vida do indivíduo. O adolescente, muitas vezes, é tido como rebelde, problemático, desobediente, entre outros. Os pais ficam sem entender como que aquela criança se transformou em um ser tão diferente. Uns chegam a afirmar: – não é possível, trocaram meu filho. Viram rotina frases como: 1) Eu não te reconheço mais; 2) Você está muito rebelde; e 3) Enquanto você viver debaixo do meu teto e comer do meu arroz, terá que me obedecer.
Mas, para a psicanálise tudo isso faz parte da Adolescência Normal. O termo adolescência normal é defendido pela autora Arminda Aberastury, em seu livro Adolescência Normal: Um enfoque psicanalítico. De acordo com a obra “as mudanças psicológicas que se produzem nesse período, e que são a correlação de mudanças corporais, levam a uma nova relação com os pais e com o mundo. Dessa forma, é necessário que o indivíduo elabore dentro de si o luto pelo corpo de criança, pela identidade infantil e pela relação com os pais da infância.
E nesse contexto de mudanças, o indivíduo se depara com várias mudanças e desafios e que, de forma geral, não se encontra preparado. Neste período existe uma oscilação entre a dependência e independência. E, só mais tarde, com a maturidade, alcançará a independência dentro do limite necessário de dependência. Trata-se, portanto, de um período marcado por conflitos, contradições e permeado por ambivalências, dores e atritos familiares.
Graças a isso, não é incomum que a adolescência normal seja vista como sendo uma crise familiar e/ou estado patológico. E, por fim, é só a partir do momento que o adolescente é capaz de aceitar, de forma simultânea, os seus aspectos de criança e de adulto e as mudanças corporais, que começa a surgir a sua nova identidade. Assim, o adolescente se apresenta como vários personagens, sendo um para os pais, outro na escola e outro com determinado grupo de amigos. E, também, sendo comum nessa fase, chamar atenção através das vestimentas, como parte das flutuações da identidade.
Os pais também sofrem com durante o processo, tendo, muitas vezes, dificuldades em aceitar o crescimento do filho. E eis que, “o desprezo que o adolescente mostra frente ao adulto é, em parte, uma defesa para eludir a depressão que lhe impõe o desprendimento de suas partes infantis, mas é também um juízo de valor que deve ser respeitado”, afirma Aberastury. Além disso, a desidealização das figuras parentais, afunda o adolescente no mais profundo desamparo.
Então, a transição se dá principalmente pela perda do corpo infantil e ninguém poderá recuperar esse corpo. E segue-se com mudanças psicológicas, havendo a necessidade da renúncia da condição de criança e de ser tratado como tal. Também, perde-se o vínculo dos pais com o filho infantil, cuja a relação é de dependência. Nessa fase, os pais usam a dependência econômica como poder sobre o filho, o que pode gerar ressentimentos duradouros.
Na adolescência, fala-se pouco da dificuldade dos pais em aceitar o crescimento do filho, e principalmente no que tange a sexualidade. Mas, é algo que deveria ser muito bem trabalhado e elaborado. Pois, através da adolescência e o seu desenrolar que se chega na fase de relacionamento de pais e filhos (adultos com adultos).
Em resumo, conclui-se que a adolescência é uma fase complexa e permeada de transição, lutos e aceitação e tem como característica a obrigação da criança entrar no mundo do adulto, quer queira ou não, através das mudanças que acontecem no corpo e, também, mais tarde, através do desenvolvimento de suas capacidades e afetos. E, ao contrário do que se imagina, a adolescência normal não é aquela que se dá de forma tranquila, mas sim aquela que atravessa todos os percalços respeitando os processos necessários e indispensáveis para a transição da criança para o mundo dos adultos.

http://www.psicologiasdobrasil.com.br/a-adolescencia-na-psicanalise/

Grupo de Apoio e Terapia Individual de acordo com a renda

         Diversos estudos evidenciam os benefícios do Tratamento Psicoterápico para o publico adulto maduro, tal tratamento não precisa ...