sexta-feira, 31 de julho de 2015

Novidades na MP!!


Quando morar em uma casa de repouso?

Os filhos já estão casados, as atividades trabalhistas já encerraram e, em alguns casos, o companheiro ou companheira já faleceu… Quando o aposentado se vê diante desses fatores é o momento em que eles começam a pensar na possibilidade de moradia em uma casa de repouso.
Mas não são somente esses fatores que pesam na decisão. Se o idoso apresenta dificuldades para executar as tarefas do dia a dia, em decorrência da capacidade funcional que está comprometida, pode ser o período de optar pelas casas de repouso. Isso porque, elas oferecem uma boa assistência a quem está na terceira idade, um ambiente limpo e com boa acessibilidade. Além disso, é uma boa alternativa para espantar a solidão, pois a casa está sempre cheia.
As casas de repouso custam, em média, entre R$ 3 mil e R$ 8 mil por mês. Mas o valor varia de acordo com o nível do atendimento médico e psicológico, se o alojamento é individual ou compartilhado com mais pessoas e se há necessidade de tratamento intensivo (UTI). Lembrando que existem casas de repouso mais simples, que oferecem uma variedade menor de recursos, porém, com a mesma qualidade e por um preço mais acessível.
Mas antes de escolher é preciso verificar se a mesma atende as suas necessidades. Ou seja, deve ser realizada uma vasta pesquisa dos serviços oferecidos, entre eles: condições para circular, para que o mesmo não se sinta obrigado a permanecer sempre no mesmo lugar; se conta com apoio de cuidadores, enfermeiros, médicos, psicólogos e se o ambiente tem a segurança adequada.


E a regulamentação?
A regulamentação do espaço é outro ponto a ser averiguado. No Brasil, por causa do aumento da população idosa, houve também um crescimento do número de clínicas geriátricas e casas de repouso. Mas é importante verificar se as mesmas estão de acordo com o que pede a lei para evitar problemas futuros.
Aliás, desde 2005, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou uma resolução na qual obrigada que as casas tenham registro atualizado junto à Anvisa.Além disso, se as mesmas têm o alvará de funcionamento expedido pela vigilância sanitária do município. Outras obrigatoriedades são:
• As casas devem possuir corrimãos e pisos adequados;
• Janelas com grades ou redes de proteção;
• Alas separadas para homens e mulheres;
• Campainha de alarme próximo à cama do idoso, para que ele possa solicitar ajuda do cuidador sempre que for necessário e em qualquer hora do dia ou da noite;
• Medicamentos necessários para a saúde ou tratamento de doenças do idoso;
• Procedimentos anotados em fichas para que, em casos de demissões de funcionários ou troca de turno, o idoso receba a devida assistência.
Vale lembrar que toda instituição tem regras e horários para facilitar a vida do idoso e do cuidador. Por este motivo, é importante que a família atente a esses cuidados e, obviamente, esteja sempre presente oferecendo apoio, carinho e atenção ao idoso na escolha.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

De analfabeta a artista: como uma aposentada se reinventou após os 80 anos

Therezinha Brandolim de Souza, 84, era analfabeta até os 82 anos, momento no qual, após diversas tentativas anteriores, aprendeu a ler. Na mesma época, sem nenhuma experiência prévia, começou uma promissora carreira nas artes plásticas e, dois anos depois, já realizou exposições em cinco cidades brasileiras e vendeu quadros até para o exterior. Tetê, como gosta de ser chamada, é apontada por especialistas como exemplo do desenvolvimento cerebral humano, uma amostra que é possível, sim, aprender na terceira idade.
Neta de imigrantes italianos, Tetê nasceu em Monte Azul Paulista (400 km de São Paulo) e, como milhares de paulistanos no interior de São Paulo, trabalhou na roça e não teve chances de se alfabetizar. Mãe de cinco filhos, mudou-se para Ribeirão Preto em 1974, já viúva, onde trabalhou como faxineira e foi dona de casa.
Após a aposentadoria, tentou aprender a  ler inscrevendo-se nos cursos de EJA (Educação de Jovens e Adultos), mas não teve sucesso. No total, foram dez anos de matrículas, entre 2000 e 2010. Os professores da época diziam que ela tinha algum tipo de bloqueio. "Tinha muita coisa que não tinha nada a ver comigo. Eu simplesmente não conseguia. Tentei muito, mas acabei deixando esse sonho de lado", disse.

O sonho ficou adormecido até 2013, quando uma de suas filhas, Maria Zulmira, fez contato com a educadora Jany Dilourdes Nascimento, especializada no Método Paulo Freire. Foi com ela que Tetê finalmente conseguiu realizar seu sonho. E foi também com Jany que ela iniciou um caminho que não esperava seguir: as artes plásticas.
Durante uma das aulas, na qual Tetê escreveria mensagens de Páscoa para familiares, Jany levou chita para fazer a decoração dos cartões. As flores recortadas que sobraram se transformaram no primeiro quadro. Era abril de 2013. De lá para cá,  Tetê não parou mais. "Comecei brincando e deu certo. Continuo brincando até hoje", conta a artista.
Em pouco mais de dois anos de atividade artística, ela já produziu mais de 150 trabalhos tendo a chita como principal matéria-prima, sendo que alguns deles foram vendidos para o exterior. O mais caro custou R$ 1,5 mil. Também já grafitou no Minhocão em São Paulo e sonha em fazer um mural num grande painel, expor em muitos lugares e ir para Nova Iorque.
Questionada, Tetê deixa a modéstia de lado e acredita que outras pessoas podem seguir o exemplo dela na velhice. "Eu acho que sou exemplo sim. Acho muito bom porque, ao invés de olhar para as paredes, eu faço uma coisa. Gostaria de falar para as pessoas se animarem, fazerem qualquer trabalho.  Eu acho que Deus deu a vida, então qualquer pessoa viva pode realizar o seu sonho", disse.

"Envelhescência"

O exemplo de Tetê, segundo a gerontologista Rosa Chubaci, coordenadora do curso de graduação em Gerontologia da USP (Universidade de São Paulo). mostra uma mudança de tendência no processo de envelhecimento. "Antes, dizia-se que a terceira idade era marcado por um declínio da capacidade de aprendizado. Hoje, vemos, cada vez mais, um envelhecimento ativo. Os idosos de hoje querem oportunidades, querem concretizar seus sonhos", afirma.
O gerontologista Fernando Bignardi, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que essa etapa da vida atualmente passou a ter três novas fases, chamadas de processo de "envelhescência", que compreende pessoas com idade entre 60 e 75 anos, de 75 aos 100 anos, e os centenários. "A sociedade sempre considerou a velhice um momento terrível e hoje a gente se pergunta o que vai fazer com 25% da população com mais de 60 anos. A expectativa, antes, era se aposentar e viver mais alguns anos. Hoje, a pessoa com mais de 60 anos está começando".
Bignardi estudou o caso de outros 140 idosos que desenvolveram novas habilidades na terceira idade, a degeneração do cérebro, natural nessa etapa da vida, não significa incapacidade de conquistar novas habilidades.  "Observamos que casos como o da Tetê, onde uma habilidade desabrocha, não são incomuns.  Os idosos também têm este potencial. E, mesmo com certa dose de degeneração, ainda há espaço para o desenvolvimento cerebral contínuo", conta.
Os números também comprovam que, cada vez mais, os idosos estão deixando de pertencer ao estereótipo da "vovó que faz tricô" e do "vovô que cuida do jardim". De acordo com dados do MEC (Ministério da Educação), no ano passado, o total de pessoas com acima de 60 anos inscritas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) aumentou 42% em relação a 2013. No total, foram 15,5 mil inscritos. "Eu terminei o Ensino Fundamental, que tinha deixado, na quinta série, há 45 anos, depois fiz o Ensino Médio e agora quero cursar Psicologia", conta o aposentado Francisco de Araújo, 70.
De acordo com o gerontologista Diego Miguel, do Centro de Referência do Idoso em São Paulo, isso ocorre porque hábitos mais saudáveis, aliados aos avanços da medicina, derrubam os limites físicos que caracterizavam o envelhecimento. "A rotina é deixada de lado com a aposentadoria, mas é hora de alimentar projetos pessoais e até investir em uma guinada profissional", diz.
Fonte: UOL
Reportagem: Eduardo Schiavoni.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ginástica Passiva!!

Na terceira idade tanto os homens quanto as mulheres sofrem alterações no corpo que os deixam mais propensos a sentirem dores, rigidez muscular e mais cansaço do que os mais jovens. Por isso é importante que se faça uma atividade física.



Aqui na MP estamos oferecendo, a partir de agosto a Ginástica Passiva, onde serão feitos exercícios que vão lhe proporcionar saúde e qualidade de vida, além de evitar doenças comuns na velhice, o desequilíbrio e a fraqueza das pernas. Nesse tipo de ginástica você não esta sozinho, pode se exercitar com o auxilio de outra pessoa ou objeto de apoio.


CONTATO: 3311-6547
maturidadedigital@gmail.com

terça-feira, 28 de julho de 2015

O Final de Semana foi cheio de alegria e diversão!!
Passeio a Bento Gonçalves, com muita conversa, degustações, passeios em pontos turisticos, passeio de trem!!
Venha participar desse mundo e das nossas próximas viagens!
SEU BEM-ESTAR É O QUE NOS FAZ FELIZ!

Venha conhecer nossas novas atrações que iniciarão no mês de agosto!!!!

Tudo para que você fique ainda mais ativo tanto na mente quanto no corpo!!

Confira nossa lista de atividades:

ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO

       TRABALHAMOS COM O ACOMPANHAMETO TERAPÊUTICO AQUI NA MP

      O acompanhamento terapêutico tem como função ajudar o idoso num momento difícil da sua vida, atuando junto a outros tratamentos dentro de um enfoque interdisciplinar e se realizando fora do consultório: na residência, no geriátrico, na rua. O motivo pode ser uma doença, como o Mal de Parkinson, uma deficiência física, seqüelas de um AVC, demências, recuperação de uma cirurgia, impossibilidade de lidar com problemáticas que impliquem sofrimento psíquico, depressão, lutos não elaborados, ou, simplesmente a impossibilidade de fazer terapia no consultório. Nesses casos a atuação de um at poderá ajudar o idoso na elaboração do luto. Elaboração de um luto por um corpo perdido, objeto narcisícamente carregado. Elaboração de um luto pela perda dos papeis sociais. Elaboração de um luto pela perda de laços afetivos e, por último, ajudá-lo a elaborar as situações que o enfrenta à angustia de morte.

   O ato proporciona ao idoso suporte necessário, por meio de acolhimento, amparo e sustento, para a realização do trabalho de elaboração das perdas e restabelecimento do equilíbrio, que pode resultar em uma melhora na auto-estima. Isto se torna possível, pela escuta diferenciada do at, pelo suporte e pela presença física do acompanhar e pelo desejo de estimular a ressignificação da vida do paciente. Tudo isso apoiado pelo conhecimento da história de vida do sujeito, de suas relações familiares e do meio social ao qual pertence.


CONTATO: (51) 3311 6547

Email: maturidadedigital@gmail.com

Venha curtir dia 04/04  nesta quinta-feira, às 20hs! Música ao vivo ao som de Jorginho Dominguez!